MORPHOLOGICAL ABNORMALITIES IN SKATES AND RAYS (CHONDRICHTHYES) FROM OFF SOUTHEASTERN BRAZIL

  • César Corat Ribeiro Prado M. Sc. Centro Avançado de Pesquisas Tecnológica do Agronegócio do Pescado Marinho. Instituto de Pesca, Ponta da Praia, Santos, SP, Brasil.
  • María Cristina Oddone Consultant. Ministério de Pesca e Aqüicultura. Esplanada dos Ministérios, Brasília, DF, Brasil.
  • Manoel Mateus Bueno Gonzalez Professor. Núcleo de Pesquisa e Estudo em Chondrichthyes - NUPEC. Santos, SP, Brasil.
  • Alberto Ferreira de Amorim Scientific Researcher. Centro Avançado de Pesquisas Tecnológica do Agronegócio do Pescado Marinho. Instituto de Pesca, Santos, SP, Brasil.
  • Christian Capapé Professor-Consultant. Laboratoire d’Ichtyologie, Université Montpellier II, Sciences et Techniques du Languedoc, France.
Palavras-chave: Chondrichthyes, raias, anomalias, desenvolvimento embrionário, poluição, Sudeste do Brasil.

Resumo

No presente trabalho foram reportadas anomalias morfológicas observadas em seis espécies de raias capturadas no  sudeste brasileiro, entre 2005 e 2008 como segue: raias-emplastro,  Rioraja agassizi (Müller e Henle, 1841),  Atlantoraja  castelnaui  (Ribeiro, 1907),  A. cyclophora (Regan, 1903); raia-preta,  Pteroplatytrygon violacea (Bonaparte, 1832);  raia-prego,  Dasyatis hypostigma (Santos and Carvalho, 2004); e raia-viola, Zapteryx brevirostris (Müller e Henle,  1841). As anomalias observadas incluíram nadadeiras peitorais não aderidas à cabeça, anoftalmia e presença de um só  clasper. A porcentagem de anomalias variou entre 0,1 e 1,3. As causas potenciais das anomalias ocorrem provavelmente  durante o desenvolvimento embrionário, as nadadeiras peitorais não conseguiram se fundir à região frontal da cabeça.  Provavelmente também as condições ambientais desfavoráveis tais como os poluentes químicos, podem ser também  consideradas, pois exercem importante influencia no desenvolvimento dos embriões nas cápsulas ovígeras. 

Publicado
2008-11-01
Seção
Artigos originais