REGISTRO DE OCORRÊNCIA DE Caligus bonito E Caligus sp. (COPEPODA: CALIGIDAE) NA TAINHA, Mugil curema (OSTEICHTHYES: MUGILIDAE), NO LITORAL DE NATAL, RIO GRANDE DO NORTE

  • Elizete Teresinha Santos Cavalcanti Programa de Pós-Graduação em Bioecologia Aquática. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Praia de Mãe Luiza, s/n. Via Costeira. CEP 59014-100. Natal/RN - Brasil. Fone: (84)215-4431. Fax: (84)202-3004.
  • Sathyabama Chellappa Programa de Pós-Graduação em Bioecologia Aquática. Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Praia de Mãe Luiza, s/n. Via Costeira. CEP 59014-100. Natal/RN - Brasil. Fone: (84)215-4431. Fax: (84)202-3004.
  • Gilberto Cezar Pavanelli Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais. Universidade Estadual de Maringá. Av. Colombo, 5790 – PEA – Bloco G 90. CEP 87020-900. Maringá/PR – Brasil. Fone: (44)2614751/2614630. Fax: (44) 2634839.
  • Ricardo Massato Takemoto Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais. Universidade Estadual de Maringá. Av. Colombo, 5790 – PEA – Bloco G 90. CEP 87020-900. Maringá/PR – Brasil. Fone: (44)2614751/2614630. Fax: (44) 2634839.
Palavras-chave: Caligus bonito, Caligus sp., parasitismo, Mugil curema, zona costeira, Rio Grande do Norte.

Resumo

Este trabalho registra a ocorrência de copépodes parasitas Caligus bonito e Caligus sp. na tainha, Mugil curema Valenciennes, 1836, com base em 31 exemplares capturados em águas costeiras de Natal, Rio Grande do Norte, durante o período de março de 2001 a junho de 2002. Os caligídeos foram encontrados em dois peixes, sendo identificados como C. bonito, com representação de quatro exemplares (66,7%), apenas em machos, e como Caligus sp., com representação de dois exemplares (33,3 %), apenas em fêmeas. Foram registradas prevalências de 12,9% e 6,45% para C. bonito e Caligus sp., respectivamente. A área de fixação preferida pelos copépodes parasitas foram as brânquias dos hospedeiros.

Publicado
2017-02-06
Seção
Notas Científicas