MAIO AMARELO: PERSPECTIVAS DA SEGURANÇA NO TRÂNSITO E A RELAÇÃO COM ACIDENTES E VIOLÊNCIAS, COMO PROBLEMÁTICA DE SÁUDE PÚBLICA

  • Ulysses Fontenele Alexandrino
  • Barbara Barboza de Alencar, Patrícia Myrla Madeiro Moreira, Luis Eduardo Rodrigues Reis, Bianca de Abreu Martins
  • Geison Vasconcelos Lira

Resumo

INTRODUÇÃO: Os acidentes de trânsito representam um grande problema de saúde pública no Brasil. Consoante o Conselho Federal de Medicina, milhares de pessoas morrem todo ano vítimas desse cenário violento. Desse modo, nota-se a necessidade de analisar uma parcela da população sobre essa realidade, sobretudo com relação à adoção de medidas simples, a exemplo do uso de cinto de segurança, que minimizam a mortalidade nos acidentes de trânsito. OBJETIVOS: Analisar as consequências físicas e sociais do envolvimento em acidentes, decorrentes da não adoção de medidas de segurança, mensurando o afastamento das atividades habituais e a ocorrência de sequelas; Comprovar a necessidade de empenho na conscientização acerca da adoção de medidas preventivas de segurança no trânsito. METODOLOGIA: Foi realizado um estudo seccional, cujo levantamento de dados foi executado por meio da aplicação de um questionário a 40 indivíduos que transitavam no Boulevard do Arco de Nossa Senhora de Fátima, no dia 29/05/2019. RESULTADOS: Na amostra analisada observou-se que 50% dos entrevistados sempre andam de carro/automóvel, van ou táxi, 12,5% quase sempre, 22,5% dos entrevistados às vezes, 10% raramente e 5% nunca andam nesses veículos. Considerando a frequência do uso do cinto de segurança ao dirigir ou andar como passageiro no banco da frente, 57,9% dos participantes afirmaram sempre utilizar cinto de segurança, 18,4% quase sempre, enquanto 13,9% às vezes, 7,9% raramente e 2,6% nunca usam cinto de segurança nessas situações. CONCLUSÃO: Portanto, percebe-se que a maioria dos entrevistados usa veículos automóveis para o deslocamento, mas a utilização do cinto de segurança se dá principalmente quando estão na condição de motorista. Logo, urge realizar ações de educação permanente em segurança no trânsito, pois os acidentes de trânsito que poderiam ser prevenidos geram gastos onerosos ao sistema de saúde e configuram, devido à recorrência, um problema de saúde pública no contexto social vigente.
Publicado
2019-01-01
Seção
Encontro de Extensão – PREX