O BRINCAR COMO INTERVENÇÃO NO TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO

  • Monera Sampaio Cipriano
  • Marcos Teodorico Pinheiro de Almeida
Palavras-chave: Autismo. Neurodesenvolvimento. Intervenção terapêutica.

Resumo

O estudo aqui apresentado tem como proposta refletir sobre o brincar como intervenção terapêutica, correlacionando sua relevância dentro do neurodesenvolvimento e assumindo o poder transformador e terapêutico que o lúdico tem na intervenção direta junto à criança com Autismo. O objetivo do trabalho é trazer reflexões acerca do brincar como intervenção lúdica no atendimento a crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). O brincar contribui de forma singular para o atendimento a essas crianças e suas famílias, trazendo formas espontâneas de intervenção junto às demandas, deficit e dificuldades apresentadas por elas. Através de pesquisa bibliográfica e descritiva, concluímos que o brincar como intervenção lúdica traz inúmeros benefícios para as crianças com TEA como: favorece a formação de vínculos afetivos; o estabelecimento e aprofundamento das relações; amplia sua comunicação e compreensão; melhora expressão de sentimentos e insatisfações; possibilita maior qualidade de vida.


Biografia do Autor

Monera Sampaio Cipriano
Psicóloga (UNIFOR). Especialista em Neuropsicologia (UNICHRISTUS). Psicóloga do Núcleo de Tratamento e Estimulação Precoce – NUTEP. Formação em Promoção do Desenvolvimento Infantil (USP/ FMCSV/UFC)
Publicado
2016-10-11
Seção
Artigos Originais