Entrelaces

Entrelaces é a revista do Programa de Pós-Graduação em Letras - PPGLetras, da Universidade Federal do Ceará. No intuito de fomentar e promover o debate crítico em torno dos estudos literários e dos campos disciplinares com que dialoga, semestralmente, em suas edições, são publicados artigos, ensaios e resenhas de doutores, mestres e alunos de pós-graduação.

O periódico está organizado em duas seções permanentes, Artigos e Seção Livre, e outras duas, Resenhas e Criação, que são apresentadas em edições alternadas.

A seção ARTIGOS recebe textos que estão de acordo com a temática específica de cada edição.

A seção LIVRE acolhe produções acadêmicas de temática livre, em fluxo contínuo, da área de Letras-Literatura.

A seção RESENHAS publica resenhas descritivas ou críticas de publicações acadêmicas e literárias da área de Letras-Literatura.

A seção CRIAÇÃO abre espaço para textos curtos, em prosa ou em verso, selecionados pela Revista. 


Imagem para capa da revista

Notícias

 

CHAMADA DE SUBMISSÃO PARA EDIÇÃO JAN-JUN (2017) – “DOSSIÊ VIDAS ÍNTIMAS: POÉTICAS DO EU”

 

A Entrelaces convida a comunidade acadêmica a participar da Chamada de Publicação para Edição Jan-Jun (2017) que aceitará submissões de artigos que contemplem a temática Vidas íntimas: poéticas do Eu.

 
Publicado: 2017-01-02 Mais...
 

Qualis 2015

 
A Entrelaces agora é Qualis B2  
Publicado: 2016-12-22 Mais...
 

Chamada de Submissão para Edição Jul-Dez (2016) - "100 anos de Manoel de Barros: poesia da simplicidade"

 
A Entrelaces convida a comunidade acadêmica a participar da Chamada de Publicação para Edição jul-dez (2016), que aceitará submissões de artigos que contemplem a temática "100 anos de Manoel de Barros: poesia da simplicidade"  
Publicado: 2016-07-16 Mais...
 
Outras notícias...

v. 1, n. 7 (2016): Nacionalismo em suas Diversas Formas


Capa da revista

A imagem da capa desta edição de Entrelaces é uma aquarela elaborada especialmente para a revista. A composição tem formas geométricas ao fundo, em disposição que lembra os mosaicos. Sobre essas áreas previamente pinceladas, a aquarela líquida foi aplicada a bico de pena, com efeito texturizado de hachuras. Como se trata de síntese alegórica do nacionalismo, a composição recupera alguns ícones da construção de nossa identidade nacional, sobretudo na fase modernista. Assim, com o uso das tintas de nossa bandeira e a cor de nossa mestiçagem, propus uma mescla entre o geométrico e o orgânico. Os pequenos módulos geométricos tanto recuperam as formas das bandeirinhas de Volpi, na parte superior da composição, como as colunas de Niemeyer, que formam a base do trabalho. Sobre esses elementos geométricos, destaca-se uma referência ao Abaporu, de Tarsila do Amaral, obra que é símbolo modernista de nossa antropofagia cultural.

José Leite Jr.

Professor do Departamento de Literatura da Universidade Federal do Ceará - UFC