O “VAI-E-VEM” EM SERRAS DA DESORDEM

  • Bernardo Teodorico Costa Souza Unicamp
Palavras-chave: Verdade, História, Poesia, Ressignificação

Resumo

Este trabalho propõe, através de um diálogo com as colocações de Pasolini (Cinema de Poesia) e Deluze (Imagem-Tempo) sobre a poesia cinematográfica, apresentar o filme Serras da Desordem de forma distinta de suas habituais apresentações e, esquivando-se da referência categórica aos campos “documentario” e “ficção”, apresentar a potência experimental presente na narrativa que o filme faz do tempo/história.O texto a seguir parte de um recorrente modelo de abordagem teórica para, em seguida, apresentar uma outra alternativa a esse modelo e, dando enfase a determinados processos narrativos próprios a Serras da Desordem, destacar sua contribuição ao campo das relações entre Cinema e História.
Publicado
2013-04-07
Como Citar
Costa Souza, B. T. (2013). O “VAI-E-VEM” EM SERRAS DA DESORDEM. Passagens, 4(1). Recuperado de http://www.periodicos.ufc.br/passagens/article/view/1136
Seção
Artigos