Telessaúde

uma estratégia de educação permanente aplicada às práticas e reorganização dos processos de trabalho na atenção básica no estado da Bahia

  • Rosivan Matos Secretaria da Saúde da Bahia - SESAB
  • Angélica Silva Fundação Oswaldo Cruz
Palavras-chave: Telessaúde 1. Educação Permanente 2. Atenção Básica 3.

Resumo

O Papel do Telessaúde na formação dos profissionais da atenção básica na Bahia, passa pelas ofertas dos serviços através das dimensões da Teleconsultoria, Tele-educação e do Telediagnóstico, como também as suas subdimensões referentes a  Segunda Opinião Formativa (SOF) e Monitoria de Campo (Apoio aos municípios) com atividades direcionadas a todas as categorias de profissionais de saúde na Atenção Básica (AB), que compõem, atuam em programas e estratégias do Ministério da Saúde nos municípios baianos. A Educação Permanente (EP) é uma ferramenta potente do Sistema Único de Saúde (SUS) que possibilita transformar e qualificar as práticas de saúde, capaz de permitir o desenvolvimento individual e institucional, sendo um agente transformador na re-organização do processo de trabalho que pode contribuir para formação do trabalhador em saúde.  A capacitação de profissionais no uso dos seus serviços acontece por meio de treinamentos presenciais e a distância (web-palestras), operacionalizado sob uma plataforma online. O presente Projeto Avaliativo em Saúde consiste em verificar e responder qual o papel da oferta da Tele-educação por meio do telessaúde na melhoria da qualificação dos serviços de saúde, identificação dos serviços segundo a proposta da ferramenta de gestão.

Palavras-chave: Telessaúde 1. Educação Permanente 2. Atenção Básica 3.

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Biografia do Autor

Rosivan Matos, Secretaria da Saúde da Bahia - SESAB

Possui graduação em Estatística pela Escola Superior de Estatística da Bahia (ESEB). Especialista em Saúde da Família com ênfase em Gerenciamento e Processo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA/SESAB/MS); Especialista em Micropolítica da Gestão e Trabalho em Saúde pela Universidade Federal do Fluminense (UFF). Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Saúde Pública, atuando principalmente nos seguintes temas: telessaúde, tecnologia da informação e comunicação em saúde (TICS), sistema de informação em saúde (SIS); no monitoramento e avaliação (M&A) da Atenção Básica, na Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (SESAB).

Angélica Silva, Fundação Oswaldo Cruz

Possui graduação em Comunicação Social - Faculdades Integradas Hélio Alonso com habilitação em Jornalismo. Especialista em Internet, interface e multimídia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e doutorado em Saúde Pública pela Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Professora e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz. Coordenadora do Grupo Temático Informação em Saúde e População (GTISP) da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO). Tem experiência na área da Saúde Coletiva, atuando principalmente nos seguintes temas: telessaúde, telemedicina e informação e tecnologia da informação e comunicação (TIC) em saúde. 

Referências

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Publicado
2019-12-27
Como Citar
MATOS, R.; BAPTISTA SILVA, A. Telessaúde. Informação em Pauta, v. 4, n. 2, p. 173-192, 27 dez. 2019.