FLEXIBILIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE EM SÃO PAULO: PRECARIZAÇÃO E INSTABILIDADE

Autores

  • Mariana Esteves de Oliveira

DOI:

https://doi.org/10.29148/labor.v1i16.6507

Resumo

Neste artigo, apresentamos parte da pesquisa realizada em nível de doutorado acerca da história da precarização do trabalho docente na SEE-SP. À luz da História Social do Trabalho, investigamos as categorias de salários, jornadas e contratos e aqui destacamos as formas pelas quais a flexibilização contratual, engendrada pela SEE-SP, construiu um ambiente de insegurança e instabilidade que pode ser sentida não apenas pelo (grande) número de professores com contratos temporários, mas inclusive por professores efetivos e estáveis, expressas em seus sentimentos acerca das atribuições anuais de aula e das constantes mudanças nas normas que regem à docência. Esperamos, com isso, contribuir na compreensão de processos gerais que concorrem para a desestabilização da classe trabalhadora no atual estágio do capitalismo, defendendo a presença do professor como sujeito do trabalho para a historiografia e para a luta por sua emancipação.

Biografia do Autor

Mariana Esteves de Oliveira

Doutora em História pela UFGD; Professora Adjunta na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS, Campo Grand

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Publicado

2017-03-15

Como Citar

OLIVEIRA, Mariana Esteves de. FLEXIBILIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE EM SÃO PAULO: PRECARIZAÇÃO E INSTABILIDADE. Revista Labor, [S. l.], v. 1, n. 16, p. 46–65, 2017. DOI: 10.29148/labor.v1i16.6507. Disponível em: http://www.periodicos.ufc.br/labor/article/view/6507. Acesso em: 22 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos