Avaliação da sexualidade em paciente adulta com hiperplasia adrenal congênita forma clássica não-perdedora de sal: relato de caso

Autores

  • Ana Alice Silva Amaral Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Elisa Santos Lopes Universidade Federal do Ceará (UFC)
  • Zenilda Vieira Bruno Universidade Federal do Ceará (UFC), Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC).
  • Débora Fernandes Britto Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC)

DOI:

https://doi.org/10.20513/2447-6595.2019v59n2p50-53

Palavras-chave:

Hiperplasia suprarrenal congênita, Sexologia, Sexualidade

Resumo

A hiperplasia adrenal congênita (HAC) é uma doença autossômica recessiva, que pode levar a alterações hormonais desde o início do desenvolvimento endocrinológico.  As pacientes femininas com HAC com ambiguidade genital foram submetidas a um processo de virilização da genitália externa devido aos altos níveis de androgênios circulantes durante o desenvolvimento embrionário. Relatamos o caso de uma paciente com HAC e genitália ambígua submetida a cirurgias de correção genital e estudamos a sua sexualidade por meio da anamnese e do uso de um instrumento para avaliar a função sexual feminina em toda sua complexidade, o Índice de Função Sexual Feminina (Female Sexual Function Index - FSFI). Foi encontrado uma disfunção sexual importante e comparamos os dados obtidos com a literatura, obtendo notórias confirmações da importância do suporte psicológico, familiar e social para a saúde sexual da paciente com HAC, além do tratamento cirúrgico e hormonal.

Biografia do Autor

Ana Alice Silva Amaral, Universidade Federal do Ceará (UFC)

Médica residente do Programa de Ginecologia e Obstetrícia, Universidade Federal do Ceará (UFC).

Elisa Santos Lopes, Universidade Federal do Ceará (UFC)

Médica especializanda do Programa Graduação em Latu Senso em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Zenilda Vieira Bruno, Universidade Federal do Ceará (UFC), Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC).

Orientadora. Médica preceptora do Programa de Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Médica da Maternidade Escola Assis Chateaubriand.

Débora Fernandes Britto, Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC)

Médica especialista em Sexualidade Humana pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo ( FMUSP). Obstetra e Ginecologista da Maternidade Escola Assis Chateaubriand(MEAC/UFC).

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Publicado

2019-06-19

Edição

Seção

RELATOS DE CASO