JORNALISMO IMPRESSO: MEMÓRIA, HISTÓRIA E A REIVENÇÃO DO REAL SOB A ORDEM DO DISCURSO

Autores

  • Laerte Cerqueira
  • Ivone Tavares de Lucena

Resumo

Estabelecidas as regras de formações discursivas é o olhar sobre o mundo e os lugares dos sentidos que consagram o discurso. Entram em cena, então, as formações ideológicas. São elas que mostram quem é o sujeito, de onde ele fala, em que tempo ele está inserido. É no discurso, emoldurado pelas formações discursivas que se materializam as formações ideológicas e, por conseguinte, a identidade do sujeito-jornalista e suas diferentes posições. Os discursos jornalísticos não surgem do nada e não se perfazem somente pelo fato ou fenômeno social, este é o estímulo para a recriação de um dizer ou do silêncio pré-constituído na história, na memória social e em um determinado lugar e tempo. Ele é proferido dentro de formações sociais específicas que perseguem e cercam o dizer, explicitando as formações ideológicas do sujeito-jornalista. Palavras-chave: discurso jornalista, sujeito, formação social.

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Como Citar

CERQUEIRA, Laerte; LUCENA, Ivone Tavares de. JORNALISMO IMPRESSO: MEMÓRIA, HISTÓRIA E A REIVENÇÃO DO REAL SOB A ORDEM DO DISCURSO. Revista de Letras, [S. l.], v. 1, n. 27, 2016. Disponível em: http://www.periodicos.ufc.br/revletras/article/view/2299. Acesso em: 21 jul. 2024.

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