UMA INVESTIGAÇÃO FUNCIONALISTA DA RELAÇÃO RETÓRICA DE CONCLUSÃO NO PORTUGUÊS FALADO

Autores

  • Kátia Roseane Cortez dos Santos
  • Juliano Desiderato Antonio

DOI:

https://doi.org/10.36517/revletras.38.2.3

Resumo

Este artigo investiga a relação retórica de conclusão, com o objetivo de caracterizar o seu funcionamento e as marcas formais que a sinalizam. A teoria que norteou a pesquisa foi a Teoria da Estrutura Retórica (Rhetorical Structure Theory–RST), que se insere na tradição funcionalista dos estudos da linguagem. Esta investigação se justifica pelo fato de que, mesmo com a existência das informações essenciais para identificação da relação retórica de conclusão, os analistas que trabalham com RST ainda apresentam alguma dificuldade em sua identificação. As análises partiram de um corpus de língua falada, constituído de cinco elocuções formais do gênero aula e de dez entrevistas. Os resultados apontam que: a) a relação retórica de conclusão pode ser do tipo núcleo-satélite ou do tipo multinuclear; b) a conclusão se dá a partir de um raciocínio inferencial (p portanto q); c) o então foi o conectivo mais frequente no corpus, e a conjunção logo, a menos frequente.   

Palavras-chave: Relação retórica de conclusão. RST. Português falado

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Publicado

2019-12-02

Como Citar

SANTOS, Kátia Roseane Cortez dos; ANTONIO, Juliano Desiderato. UMA INVESTIGAÇÃO FUNCIONALISTA DA RELAÇÃO RETÓRICA DE CONCLUSÃO NO PORTUGUÊS FALADO. Revista de Letras, [S. l.], v. 2, n. 38, p. 33–46, 2019. DOI: 10.36517/revletras.38.2.3. Disponível em: http://www.periodicos.ufc.br/revletras/article/view/60338. Acesso em: 17 abr. 2024.