AUTOMAÇÃO, TAYLORISMO-FORDISMO E QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO: o “apego” de Benjamin Coriat aos “grilhões” do processo de trabalho taylorista-fordista

  • Romildo dos Santos Silva

Resumo

Discutimos a introdução das novas tecnologias na conformação do processo de trabalho e do tipo de educação para o trabalho. Investigamos as conseqüências da aplicabilidade de um tipo específico de tecnologia que revoluciona com um modelo de indústria que se tornou uma das grandes forças motrizes da economia no século XX: nos referimos à indústria metal-mecânica e à tecnologia de base microeletrônica e da robótica. Buscamos apreender as implicações provocadas por essa tecnologia na conformação do avanço das forças produtivas; do processo de trabalho ajustado ao taylorismo-fordismo e das exigências de novos modelos de formação/qualificação profissional. No presente artigo, nosso objetivo específico é de demonstrar, de um lado, como a reflexão do economista Francês Benjamin Coriat foi influenciado pelos “grilhões” do processo de trabalho taylorista-fordista e, de outro, como a introdução das novas tecnologias aos processos industriais abre perspectivas para suplantação do taylorismo-fordismo e provocam mudanças qualitativas no processo de formação/qualificação dos trabalhadores.

Biografia do Autor

Romildo dos Santos Silva
Prof. Dr. Adjunto IV do Departamento de Economia da Universidade Federal do Maranhão – UFMA; membro do Grupo de Pesquisas e Estudos: “Trabalho e Educação” do Mestrado em Educação; líder do Grupo de Pesquisa: Ruy Mauro Marini do Departamento de Economia.
Publicado
2017-03-16
Como Citar
Silva, R. dos S. (2017). AUTOMAÇÃO, TAYLORISMO-FORDISMO E QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO: o “apego” de Benjamin Coriat aos “grilhões” do processo de trabalho taylorista-fordista. Revista Labor, 1(2), 131-146. https://doi.org/10.29148/labor.v1i2.6654
Seção
Artigos