INTERPRETAR E TRANSFERIR: TAREFAS IMPOSSÍVEIS, TRANSPORTES NECESSÁRIOS
DOI:
https://doi.org/10.36517/2525-3468.rdl.v2i33.2014.2131Resumen
Abrimos esse texto remetendo o leitor a Análise fi nita e infi nita (Die endliche und die unendliche Analyse, 1937), onde Sigmund Freud apresenta o psicanalisar, seu fazer clínico, juntamente com outros dois fazeres (governar e educar), como algo da ordem do impossível, por sempre alcan- çarem somente sucessos insatisfatórios. A essas profi ssões/fazeres/tarefas ditas impossíveis, gostaríamos de acrescentar o fazer tradutório. Para tecer tal discussão, nos valemos de dois vocábulos que convidam de forma privilegiada à ambiguidade e ao equívoco: übertragen, na língua alemã de Freud e interpretar em nossa língua portuguesa. Entretanto, o impossível da tarefa, não justifi ca a pura e simples renúncia, para aqui incluirmos a polissemia da Aufgabe benjaminiana em nossas refl exões.Descargas
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