PRONATEC E MUNDO DO TRABALHO: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA O MERCADO DA INFORMALIDADE?

Autores

  • Maria Luzirene Oliveira do Nascimento

DOI:

https://doi.org/10.29148/labor.v1i13.6590

Resumo

Este texto propõe uma discussão sobre o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego – Pronatec no âmbito da relação trabalho e educação, vez que o trabalho é condição intrínseca a existência humana. Partimos dessa compreensão para abordar as reflexões desse estudo e apresentar a dupla face do trabalho diante da sociabilidade contemporânea, tomando como fundamento a concepção marxiana e as contradições que se estabeleceram ao longo da acumulação do capital. Estas análises se fazem relevantes diante da problematização sobre para qual mercado de trabalho s e qualifica mão de obra no Pronatec. Diante das contradições que dicotomizam trabalho e desemprego no capitalismo, abordamos o setor informal e as formas precárias, em que, contraditoriamente, o trabalho é tido como um direito social, pois o Estado deveria promover políticas de acesso ao emprego. Essa discussão permeia o contexto do Pronatec, pois este programa faz parte de uma política de educação profissional que visa à qualificação e a inserção do sujeito no mundo do trabalho.

Biografia do Autor

Maria Luzirene Oliveira do Nascimento

Mestranda em Educação UFPI/PPGED.

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Publicado

2017-03-16

Como Citar

NASCIMENTO, Maria Luzirene Oliveira do. PRONATEC E MUNDO DO TRABALHO: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL PARA O MERCADO DA INFORMALIDADE?. Revista Labor, [S. l.], v. 1, n. 13, p. 98–113, 2017. DOI: 10.29148/labor.v1i13.6590. Disponível em: http://www.periodicos.ufc.br/labor/article/view/6590. Acesso em: 16 abr. 2024.

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