Alterações respiratórias relacionadas à prematuridade em terapia intensiva neonatal

  • Francieli Cristina Krey Hospital de Caridade de Ijuí/RS.
  • Joseila Sonego Gomes Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ).
  • Eliane Raquel Rieth Benetti Hospital Universitário de Santa Maria/Universidade Federal de Santa Maria (HUSM/UFSM).
  • Cibele Thomé da Cruz Hospital de Caridade de Ijuí/RS.
  • Mariléia Stübe Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas/RS (HE-UFPEL).
  • Eniva Miladi Fernades Stumm Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ).
Keywords: Recém-Nascido, Prematuro, Terapia Intensiva Neonatal, Enfermagem.

Abstract

Objetivo: identificar alterações clínicas respiratórias em recém-nascidos pré-termo internados em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Métodos: pesquisa documental, com145 prontuários, por meio de instrumento com variáveis sociodemográficas de recém-nascidos pré-termo e respectivas mães. Resultados: a maioria dos nascidos era do sexo masculino, 66,9%nascidos por via cirúrgica, 64,8%com prematuridade moderada e peso de nascimento entre 1.500 e 2.500 gramas. Dentre as alterações respiratórias, destacaram-se disfunção respiratória precoce, membrana hialina e apneia. Em relação aos fatores obstétricos relacionados à prematuridade, constatou-se prevalência de mulheres em trabalho de parto prematuro (42,8%), bolsa rota (32,4%) e pré-eclâmpsia (20,7%), além de outros.Conclusão: constatou-se incidência elevada de nascidos prematuros, com alterações respiratórias importantes.

Author Biographies

Francieli Cristina Krey, Hospital de Caridade de Ijuí/RS.
Enfermeira. Especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva. Hospital de Caridade de Ijuí. Ijuí, RS – Brasil.
Joseila Sonego Gomes, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ).
Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria/RS (PPGENF/UFSM). Docente da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ). Ijuí, RS – Brasil.
Eliane Raquel Rieth Benetti, Hospital Universitário de Santa Maria/Universidade Federal de Santa Maria (HUSM/UFSM).
Enfermeira. Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Maria/RS (PPGENF/UFSM). Hospital Universitário de Santa Maria/RS. Ijuí, RS – Brasil.
Cibele Thomé da Cruz, Hospital de Caridade de Ijuí/RS.
Enfermeira. Mestranda em Atenção Integral à Saúde pelo PPGAIS - UNIJUÍ/UNICRUZ. Hospital de Caridade de Ijuí. Ijuí, RS – Brasil.
Mariléia Stübe, Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas/RS (HE-UFPEL).
Enfermeira. Mestranda em Atenção Integral à Saúde pelo PPGAIS - UNIJUÍ/UNICRUZ. Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas/RS (HE-UFPEL). Pelotas, RS – Brasil.
Eniva Miladi Fernades Stumm, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ).
Enfermeira. Doutora em Ciências – Enfermagem. Docente da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ). Ijuí, RS – Brasil.
Published
2016-12-21
Section
Research Article