• Temática Livre
    v. 1 n. 17 (2019)
  • Dossiê “Da tabuinha ao e-mail: a escritura epistolar no mundo antigo e contemporâneo"
    v. 1 n. 16 (2019)

    A obra escolhida para compor nossa edição chama-se The Love Letter[1]. Foi pintada pelo artista holandês Petrus van Schendel (1806-1870).

    [1] Disponível em https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Petrus_van_Schendel_Der_Liebesbrief.jpg. Acesso em 28/07/1989.

  • afectos, fulgores, paisagem Temática Livre
    v. 1 n. 15 (2019)
  • Temática Livre
    v. 1 n. 13 (2018)
  • Dossiê (Des)Dobras Barrocas: Conexões Transatlânticas entre Artes e Culturas
    v. 1 n. 12 (2018)

    Depois dos equilíbrios do Renascimento e dos desequilíbrios do Maneirismo, o Barroco constitui uma das mais marcantes estéticas surgidas com a modernidade. A produção artística barroca desenvolve-se em um nível que, conscientemente, exorbita a dimensão local. Um exemplo: em 1705, sai Musica do Parnasso, a primeira coletânea de poesias publicada por um brasileiro. O autor é o escritor Manuel Botelho de Oliveira, que, no prefácio do seu volume poético, lê a evolução da literatura como um processo de expansão transatlântica "europeia": a literatura começou épica na Grécia e acabou, barroca e exótica, na América lusófona.

    O Barroco, em suma, até fora do continente europeu, é percebido desde o seu começo como o estilo com o qual se inaugura, de forma expansiva, uma época nova, tanto que muitas experiências sucessivas de ruptura cultural irão coincidir com uma redescoberta do Barroco. A literatura barroca, de fato, foi reinterpretada, reproposta, re-canonizada e relançada, no século passado, tanto na época do modernismo quanto durante a pós-modernidade, viradas culturais de crucial importância.

    O barroco também envolveu realidades particulares: Apesar de não ter sido um dos centros do barroco brasileiro, o próprio Ceará teve as suas manifestações barrocas. As artes plásticas tiveram expressões barrocas, assim como a arquitetura e a música.

    (Des)Dobras Barrocas: Conexões Transatlânticas entre Artes e Culturas foi o título de um Colóquio Internacional realizado nos dias 26 e 27 de abril de 2017, no Auditório Rachel de Queiroz, e organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da UFC, com coordenação científica dos professores Yuri Brunello, do PPGLetras/UFC, e Francesco Guardiani, da University of Toronto. De tal evento a Edição Abr.-Jun. (2018) da Entrelaces quer apresentar as contribuições, acrescentadas de artigos a serem enviados sobre os seguintes temas: O Barroco dos Antigos e o Barroco dos Modernos; O Barroco em relação ao Renascimento e ao Maneirismo; O Barroco entre a Europa e as Américas; O Barroco e o Neobarroco; O Barroco Nordestino.

    Francesco Guardiani (University of Toronto)

    Yuri Brunello (PPGLetras/UFC)

    Organizadores do Dossiê

  • Temática Livre
    v. 1 n. 11 (2018)
  • Temática Livre
    v. 1 n. 10 (2017)
  • Dossiê "Vidas íntimas: poéticas do Eu"
    v. 2 n. 9 (2017)

    Dossiê Vidas Íntimas: Poéticas do Eu

    Todo texto, em último caso, seria autobiográfico. É Paul de Man, filósofo belga, quem assina essa proposição arriscada, e por isso mesmo polêmica. O pensamento do autor expresso em "Autobiografia como des-figuração" revela bem a dimensão do lugar, ainda incontornável, que a autobiografia e seu modus operandi ocupam no fazer literário e no debate crítico-teórico.

    É desse Eu indiscernível e problemático, levado ao extremo em suas muitas possibilidades de expressão, que se ocupam, por exemplo, as investidas intelectuais de Philippe Lejeune, Georges Gusdorf, Jean Starobinski, Serge Doubrovsky, Beatrice Didier, Leonor Arfuch, Paula Morão, Clara Rocha, dentre outros. Seus textos, fundadores ou não, integram um campo de investigação alicerçado sob consecutivas ressalvas e exceções, posto que cada projeto autobiográfico demanda com frequência a criação de um modelo analítico que lhe sustente. Um campo, portanto, erigido em torno do que a heterogeneidade da vida íntima, pessoal e intransferível, pode oferecer de risco e invenção.

    No plano literário, o Eu encontra lugar propício para a dar vazão as suas subjetividades e idiossincrasias, cujas provas de dispersão e fragmentação são ratificadas justamente pelos suportes que convocam, naturalmente diversos (diários, memórias, cartas, confissões, relatos de viagem). Se se esconde sob a capa protetora de uma persona ficcional, ele muitas vezes impregna com o humor do corpo a superfície do texto. Assim, da pele à página, são muitos aqueles/as que apostaram e apostam sua fichas no jogo arriscado para o qual a autobiografia convida. Entre nomes lembrados e esquecidos, estão Marcel Proust, Lima Barreto, Pedro Nava, Helena Morley, Maura Lopes Cançado, Carlos Sussekind, Renato Pompeu, na prosa; Bandeira, Drummond, Ana Cristina Cesar, Stela do Patrocínio, Teresa Rita Lopes, na poesia.

    Partindo, então, da autobiografia e de suas noções-valises (escritas de si, intimismo, confessionalismo), a  Entrelaces, Revista do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Ceará, apresenta, a seguir, textos que exploram a temática em dossiê intitulado Vidas íntimas: poéticas do Eu. Assim, pertencem ao escopo deste número trabalhos cujos pontos de partida sejam autores, obras e suportes (literários ou não) especialmente interessados nas questões supracitadas.
  • Janela de Si Dossiê "Vidas íntimas: poéticas do Eu"
    v. 1 n. 9 (2017)

    Vidas íntimas: poéticas do Eu.

    Todo texto, em último caso, seria autobiográfico. É Paul de Man, filósofo belga, quem assina essa proposição arriscada, e por isso mesmo polêmica. O pensamento do autor expresso em "Autobiografia como des-figuração" revela bem a dimensão do lugar, ainda incontornável, que a autobiografia e seu modus operandi ocupam no fazer literário e no debate crítico-teórico.

    É desse Eu indiscernível e problemático, levado ao extremo em suas muitas possibilidades de expressão, que se ocupam, por exemplo, as investidas intelectuais de Philippe Lejeune, Georges Gusdorf, Jean Starobinski, Serge Doubrovsky, Beatrice Didier, Leonor Arfuch, Paula Morão, Clara Rocha, dentre outros. Seus textos, fundadores ou não, integram um campo de investigação alicerçado sob consecutivas ressalvas e exceções, posto que cada projeto autobiográfico demanda com frequência a criação de um modelo analítico que lhe sustente. Um campo, portanto, erigido em torno do que a heterogeneidade da vida íntima, pessoal e intransferível, pode oferecer de risco e invenção.

    No plano literário, o Eu encontra lugar propício para a dar vazão as suas subjetividades e idiossincrasias, cujas provas de dispersão e fragmentação são ratificadas justamente pelos suportes que convocam, naturalmente diversos (diários, memórias, cartas, confissões, relatos de viagem). Se se esconde sob a capa protetora de uma persona ficcional, ele muitas vezes impregna com o humor do corpo a superfície do texto. Assim, da pele à página, são muitos aqueles/as que apostaram e apostam sua fichas no jogo arriscado para o qual a autobiografia convida. Entre nomes lembrados e esquecidos, estão Marcel Proust, Lima Barreto, Pedro Nava, Helena Morley, Maura Lopes Cançado, Carlos Sussekind, Renato Pompeu, na prosa; Bandeira, Drummond, Ana Cristina Cesar, Stela do Patrocínio, Teresa Rita Lopes, na poesia.

    Partindo, então, da autobiografia e de suas noções-valises (escritas de si, intimismo, confessionalismo), a  Entrelaces, Revista do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Ceará, publica textos de autores interessados/as no tema. Assim, pertencem ao escopo deste número trabalhos cujos pontos de partida sejam autores, obras e suportes (literários ou não) especialmente interessados nas questões supracitadas.
  • 100 anos de Manoel de Barros: poesia da simplicidade
    v. 1 n. 8 (2016)

    Adentrar, tentar analisar literariamente, pensar na poesia do sul-matogrossense e pantaneiro Manoel de Barros, que, neste ano de 2016, se fosse vivo, faria 100 anos, apresenta de imediato um desafio: como entender uma lírica capaz de unir, há um só tempo, a simplicidade que foge ao hermético e ao que deve ser útil e a complexidade de um texto explorador das mais incríveis possibilidades permitidas pela linguagem poética. Em “Teologia do traste”, o eu lírico do poeta reitera que: “As coisas jogadas fora por motivo de traste/ são alvo da minha estima./ Prediletamente latas./ Latas são pessoas léxicas pobres porém concretas./ Se você jogar na terra uma lata por motivo de/ traste: mendigos, cozinheiras ou poetas podem pegar”.

    O saber e o conhecimento, a produtividade e o consumismo, tão ao gosto das sociedades ocidentais modernas, parecem ser alvos do desprezo da poesia de Barros. O poeta inverte os valores da modernidade, o que parece lixo, descarte, para ele, é o que de mais precioso há na poesia: “As coisas sem importância são bens da poesia” (verso de “Matéria da poesia”). Os versos livres de Manoel de Barros rompem com o que é considerado padrão e brincam com a linguagem, provocando e desafiando o leitor. Nada mais apropriado às possibilidades de abertura que só a arte literária é capaz de apresentar em toda a sua plenitude.

    A poesia de Manoel de Barros é moderna e por isto mesmo também se caracteriza por se voltar para ela própria. Ou seja, seu eu lírico frequentemente reflete sobre a principal matéria prima da arte literária, no caso, a linguagem. A metatextualidade é um forte componente da sua poesia. A exemplo do poema VII do “Livro das ignorãças”: “Em poesia que é voz de poeta, que é a voz/ de fazer nascimentos–/ O verbo tem que pegar delírio”. Em entrevista a André Luís Barros, do Jornal do Brasil, perguntado sobre qual o tema do poeta, ele discorre: “O tema do poeta é sempre ele mesmo. Ele é um narcisista: expõe o mundo através dele mesmo. Ele quer ser o mundo, e pelas inquietações dele, desejos, esperanças, o mundo aparece. Através de sua essência, a essência do mundo consegue aparecer. O tema da minha poesia sou eu mesmo e eu sou pantaneiro. Então, não é que eu descreva o Pantanal, não sou disso, nem de narrar nada”.

    Assim, a literatura de Manoel de Barros abre para quem dela usufrui, seja por deleite ou com o objetivo de pesquisa, um leque amplo de possibilidades de análise. E é esta a proposta dessa nova Edição da Revista Entrelaces, do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Ceará (UFC). Uma justa homenagem aos 100 anos de nascimento desse grande poeta brasileiro.

  • Nacionalismo em suas Diversas Formas
    v. 1 n. 7 (2016)

    No universo cultural, a ideia de nacionalismo sempre teve peso dois, pois foi o caminho pelo qual artistas e intelectuais enveredaram para, através de suas obras e de sua força de expressão, buscar o fortalecimento diante de outras nações, sua independência ou autonomia na jurisdição do pensamento. Nesse âmbito, no Brasil, as manifestações remontam ao século XIX. O período foi marcado por um sentimento nacionalista motivado, em especial, pela independência, em 1822. Os artistas e intelectuais, ditos “românticos”, voltaram-se para si mesmos, e neste “si” estavam inseridas as concepções de nação, pátria, território. É exemplo dessa exaltação o enlevo poético de Gonçalves Dias, o sentimento nostálgico de Álvares de Azevedo e Fagundes Varela, o engajamento social de Castro Alves, o compromisso intelectual e alegórico de José de Alencar, que pretendia com seu projeto literário uma espécie de mapeamento étnico-cultural do Brasil. Buscava-se a identificação do país com suas raízes mais profundas, históricas, linguísticas e culturais. O sentimento nacionalista é retomado décadas depois, no campo das ideias, com a Semana de Arte Moderna, liderada principalmente por Oswald de Andrade e Mário de Andrade, que compunham o Grupo dos Cinco, juntamente com Anita Malfati, Tarsila do Amaral e Menotti Del Picchia, além da participação de dezenas de intelectuais e artistas, como Manuel Bandeira, Graça Aranha, Di Cavalcanti, Guilherme de Almeida e outros. Várias obras, movimentos, revistas e manifestos grassaram o cenário intelectual com propostas radicais de novos modelos de expressão, cada um com sua forma distinta de apresentar o “nacionalismo”: revista Klaxon, movimentos Pau-Brasil, Verde-Amarelismo, Anta. A Antropofagia, inspirada nos rituais dos índios brasileiros de devorar o inimigo para se apropriar de sua força, proposta por Oswald de Andrade, propõe o devoramento simbólico da cultura estrangeira, sem com isso abdicar da identidade local. Para este número, então, a Entrelaces traz à discussão este tema que sempre provoca questionamentos nas páginas acadêmicas: “Nacionalismo em suas diversas formas”.

    Equipe Editorial da Revista Entrelaces

  • Travessias da Seca
    v. 1 n. 6 (2015)

    Neste ano, completa-se o primeiro centenário da Seca de 1915, que, embora não tenha sido mais longa nem mais devastadora que a de 1877, ficou bastante conhecida através do romance de estreia da jovem Rachel de Queiroz. “É homem”, teria dito um incrédulo Graciliano Ramos, ao findar a leitura d’O Quinze. Anos mais tarde, o autor de Vidas Secas confessaria: “Durante muito tempo, ficou-me a ideia idiota de que ela era um homem, tão forte estava em mim o preconceito que excluía as mulheres da literatura”. A esta época, excetuando-se A Bagaceira, não havia literatura no nordeste. Graciliano só lançaria seu primeiro romance, Caetés, em 1933. O Quinze, lançado em 1930 e ambientado no sertão cearense, pintou de cinza e negro o que outrora fora verde. “Dignai-vos ouvir nossas súplicas, ó castíssimo esposo da Virgem Maria, e alcançai o que rogamos. Amém.” O lamento de Dona Inácia, na abertura do romance, era o mesmo que o sertanejo sedento e faminto dirigia a São José. A fé no Padroeiro consolava e enchia de esperança os aflitos corações. Os relatos d’O Quinze revelaram para o resto do País aquilo que somente os habitantes locais sabiam. “Conceição passava agora quase o dia inteiro no Campo de Concentração, ajudando a tratar, vendo morrer às centenas as criancinhas lazarentas e trôpegas que as retirantes atiravam no chão, entre montes de trapos, como um lixo humano que aos poucos se integrava de todo no imundo ambiente onde jazia”. A existência de Campos de Concentração no Ceará é a lembrança mais cruel da Seca de 1915. Criados para isolar e impedir o deslocamento dos campesinos para as cidades, principalmente, para Fortaleza, estes “alojamentos” serviram para aumentar assustadoramente o sofrimento destes. Descritos como local de apoio e alojamento, esses campos logo ficaram conhecidos como “os currais do Governo”. A população faminta ficava amontoada, sem higiene alguma, e morriam “às centenas” como seria, posteriormente, descrito n’O Quinze. Toda uma geração de escritores tratou do tema da seca e revelou aos olhos de muitos um mundo até então oculto. Neste número, a Revista Entrelaces apresenta o tema “Dossiê Travessias de Seca” em homenagem à escritora Rachel de Queiroz.

    Equipe Editorial da Revista Entrelaces

  • A Literatura do Sertão: Diálogos e Intertextos no Regionalismo
    v. 1 n. 5 (2015)
    Entrelaces – Revista de publicação eletrônica semestral, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras, da Universidade Federal do Ceará. Publica trabalhos na área de Literatura Comparada, produzidos por professores e alunos de pós-graduação, abrangendo diversas linhas de pesquisa, sob a forma de artigos científicos inéditos. 

    O Corpo Editorial da Entrelaces é formado por alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras e professores da Universidade Federal do Ceará. O Conselho Consultivo congrega professores do PPGLetras-UFC e docentes de outras universidades.
  • Temática Livre
    v. 1 n. 4 (2014)
    Entrelaces – Revista de publicação eletrônica semestral, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras, da Universidade Federal do Ceará. Publica trabalhos na área de Literatura Comparada, produzidos por professores e alunos de pós-graduação, abrangendo diversas linhas de pesquisa, sob a forma de artigos científicos inéditos. Nesta edição, a revista traz textos de temática livre.
  • Temática Livre
    v. 1 n. 3 (2013)
    Entrelaces – Revista de publicação eletrônica semestral, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras, da Universidade Federal do Ceará. Publica trabalhos na área de Literatura Comparada, produzidos por professores e alunos de pós-graduação, abrangendo diversas linhas de pesquisa, sob a forma de artigos científicos inéditos. 

    O Corpo Editorial da Entrelaces é formado por alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras e professores da Universidade Federal do Ceará. O Conselho Consultivo congrega professores do PPGLetras-UFC e docentes de outras universidades.
  • Literatura: a obra entre a crítica e a arte
    v. 1 n. 2 (2013)
    Entrelaces – Revista de publicação eletrônica semestral, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras, da Universidade Federal do Ceará. Publica trabalhos na área de Literatura Comparada, produzidos por professores e alunos de pós-graduação, abrangendo diversas linhas de pesquisa, sob a forma de artigos científicos inéditos. 

    O Corpo Editorial da Entrelaces é formado por alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras e professores da Universidade Federal do Ceará. O Conselho Consultivo congrega professores do PPGLetras-UFC e docentes de outras universidades.
  • A Literatura e Suas Relações
    v. 1 n. 1 (2013)
    Entrelaces – Revista de publicação eletrônica semestral, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras, da Universidade Federal do Ceará. Publica trabalhos na área de Literatura Comparada, produzidos por professores e alunos de pós-graduação, abrangendo diversas linhas de pesquisa, sob a forma de artigos científicos inéditos. 

    O Corpo Editorial da Entrelaces é formado por alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras e professores da Universidade Federal do Ceará. O Conselho Consultivo congrega professores do PPGLetras-UFC e docentes de outras universidades.
  • Entrelaces
    v. 1 n. 1 (2008)
    Entrelaces – Revista de publicação eletrônica semestral, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras, da Universidade Federal do Ceará. Publica trabalhos na área de Literatura Comparada, produzidos por professores e alunos de pós-graduação, abrangendo diversas linhas de pesquisa, sob a forma de artigos científicos inéditos. 

    O Corpo Editorial da Entrelaces é formado por alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras e professores da Universidade Federal do Ceará. O Conselho Consultivo congrega professores do PPGLetras-UFC e docentes de outras universidades.
  • Entrelaces
    v. 1 n. 1 (2007)

    Entrelaces – Revista de publicação eletrônica semestral, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras, da Universidade Federal do Ceará. Publica trabalhos na área de Literatura Comparada, produzidos por professores e alunos de pós-graduação, abrangendo diversas linhas de pesquisa, sob a forma de artigos científicos inéditos.

    O Corpo Editorial da Entrelaces é formado por alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras e professores da Universidade Federal do Ceará. O Conselho Consultivo congrega professores do PPGLetras-UFC e docentes de outras universidades.