Prevalência de incapacidade funcional em idosos: análise da Pesquisa Nacional de Saúde

  • Danielle Samara Tavares de Oliveira-Figueiredo Unidade Acadêmica de Enfermagem.Universidade Federal de Campina Grande.
  • Mariana Santos Felisbino-Mendes Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
  • Deborah Carvalho Malta Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
  • Jorge Gustavo Velásquez-Meléndez Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
Keywords: Idoso Fragilizado, Atividades Cotidianas, Prevalência, Inquéritos Epidemiológicos.

Abstract

Objetivo: verificar a prevalência de incapacidade funcional para realização de atividades básicas e instrumentais de vida diária em idosos. Métodos: estudo transversal que utilizou dados da Pesquisa Nacional de Saúde, cuja amostra foi de 7.373 idosos. Resultados: a prevalência de incapacidade funcional para atividades básicas einstrumentais foi de 8,4% (Intervalo de Confiança 95,0%: 7,4-9,4) e 22,0% (Intervalo de Confiança 95,0%: 20,4-23,6), respectivamente, sendo maior no sexo feminino, naqueles mais longevos (>75) e sem níveis de instrução. Aspectos demográficos, como menor faixa etária e sexo masculino, atenuaram a prevalência de incapacidade. Conclusão: os idosos apresentaram maior prevalência de incapacidade funcional para as atividades instrumentais tais como, fazer compras, administrar finanças, tomar remédios e sair sozinho.

Author Biographies

Danielle Samara Tavares de Oliveira-Figueiredo, Unidade Acadêmica de Enfermagem.Universidade Federal de Campina Grande.
Enfermeira. Mestre em Enfermagem pela UFPB. Doutoranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da UFMG. Professora Assistente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Campina Grande.
Mariana Santos Felisbino-Mendes, Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
Enfermeira. Mestre em Saúde e Enfermagem pela UFMG (2009). Doutora em Enfermagem pela UFMG (2013) com período sanduíche na Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan. Atualmente, Professora Adjunta da Escola de Enfermagem da UFMG, no Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública e docente do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (nível Mestrado).
Deborah Carvalho Malta, Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, residência médica em Pediatria e Medicina Social, Mestrado em Saúde Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais e Doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (2001). É professora Associada e pesquisadora da Escola de Enfermagem da UFMG e pesquisadora do CNPQ.
Jorge Gustavo Velásquez-Meléndez, Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
Possui graduação em Ciências Biológicas - Universidad Peruana Cayetano Heredia (1980), mestrado em Ciencias Biologicas - Universidad Peruana Cayetano Heredia (1984) e doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (1994). Atualmente é Professor Titular da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Bolsista de Produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Published
2017-09-18
Section
Article